No prédio chamado ‘Independence Hall’, os turistas podem visitar os cômodos onde foram discutidas a independência e a constituição americana. (Foto: Ana Flávia Hantt/Divulgação)

PÉ NA ESTRADA

Ana Flávia Hantt*

Quem gosta de televisão, talvez conheça Filadélfia por dois sucessos gravados na cidade: Rocky Balboa, o filme estrelado por Sylvester Stallone e lançado em 1976; e a série How to Get Away with Murder (Como Defender um Assassino, na Netflix), estrelada por Viola Davis, que está em sua sexta temporada.

Muito antes de se inventar a televisão, no entanto, a Filadélfia já figurava entre as cidades mais importantes do mundo – não é difícil imaginar o rei George III, em 1776, em seu trono na Inglaterra, lendo um detalhado manuscrito sobre a Declaração da Independência assinada por patriotas americanos do outro lado do Oceano Atlântico. Foi na Filadélfia que nomes conhecidos como Benjamin Franklin, Thomas Jefferson e George Washington se organizaram para reunir as ‘treze colônias britânicas’ e criar um novo estado.

Ao passear pela Filadélfia, o turista tem a oportunidade de visitar o prédio onde a independência e a constituição americanas foram debatidas e assinadas – sua estrutura original, móveis e outros objetos preservados por todos estes anos. Entre as estrelas da visita, está o Sino da Liberdade, uma peça datada de 1752, e símbolo da Independência Americana.

FALE COMO UM LOCAL

Em Inglês, Filadélfia se escreve Philadelphia, mas para os locais, o nome pode ser encurtado apenas para Philly. Essa é a forma mais prática – e carinhosa – de chamar a cidade. O apelido serviu também para batizar o prato mais famoso da cidade, o ‘Philly cheesesteak’. Trata-se de um sanduíche feito com carne de rês desfiada, cebola e queijo derretido. A refeição é servida em todos os restaurantes locais.

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