Sanduiche de tapioca e atum

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Motoristas Motoristas de táxis são pessoas que, como os demais, precisam de muita responsabilidade no trânsito. Mas além disto, destes profissionais se espera simpatia e atenção com os passageiros, carro sempre bem limpo, o que faz toda a diferença na profissão. Ao entrar no carro, com eles se fala da temperatura, do trânsito, que não é mais como tempos atrás, dos pedestres que atravessam a faixa de segurança mexendo no celular, e por aí vai o bate-papo. Muitas vezes, eles se constituem, apenas de um monólogo, afinal, o motorista preciso ficar atento à direção.

Embora não seja muito comum, já temos também as mulheres – motorista de táxi. Com elas iniciamos falando de filhos, do cabelo, da roupa – especialmente – enquanto a sinaleira está fechada. Mas a ‘viagem’ vai mais além e passa pela cozinha. Foi em uma destas ‘viagens de troca’ que a motorista e amiga Ilani Heck contou do seu lanche que acabara de preparar e degustar: uma receita de ‘tapioca’. Ela contou que preparou uma salgada e outra doce e que gosta muito do lanche, por ser leve e nutritivo. “Uma delícia, afirma”.

Na cozinhaNo cardápio desta sexta-feira, aproveitei a ideia de Ilani e preparei o lanche que não levou mais de dez minutos para ficar pronto.omo sou fã de atum, coloquei este recehio acompanhado de cenoura e alface, e que, particularmente, sou fã. Porém, como ela falou e entre pesquisas, é um lanche que pode ser preparado com diversos recheios. Para os gaúchos, até o charque pode ser utilizado. Mas é importante observar os recheios, considerando que a tapioca é livre de glúten e de gordura, porém rica em carboidratos, segundo profissionais da saúde. Embora tenha se propagada para quem segue dietas alimentares, sempre é importante observar os recheios, ou buscar orientação de uma nutricionista.Mais um janeiro termina. Agradecemos pelo aprendizado, neste início de 2017. Seguimos nossacaminhada com ‘recheio’ de saúde, e paz a todos os leitores. Retornaremos em fevereiro, queira Deus!

 CURIOSIDADE

A tapioca é de origem indígena tupi-guarani e seu nome é derivado da palavra tipi’óka ‘coágulo’, o nome dado para o amido do qual ela é feita. A fécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, polvilho, goma.Os povos tupi-guaranis, que ocupavam a faixa litorânea leste do território brasileiro desde o sul até o norte, foram os responsáveis pelo domínio comestível da mandioca, que produzida sob o sistema da agricultura de subsistência era a base da alimentação do Brasil até a chegada de Pedro álvares Cabral.Após o descobrimento, os colonizadores portugueses na Capitania Hereditária de Pernambuco descobriram que a tapioca servia como substituto para o pão, espalhando-se pelos demais povos indígenas, como os cariris no Ceará e os Jês, na Amazônia oriental. Ainda, se transformou posteriormente na base da alimentação dos escravos no Brasil. (Fonte: Lingua e Cultura)

 

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