Festa dos jogadores do Novo Hamburgo foi intensa após o título em Caxias (Foto: Adilson Germann/ECNH)

Daniel Heck

Foram 106 anos esperando, mas o dia 7 de maio ficará na história para o Esporte Clube Novo Hamburgo. O Anilado soltou o grito de ‘É Campeão’, após vencer o Inter nos pênaltis, por 3 a 1, em jogo disputado no estádio Centenário, em Caxias do Sul.

O Novo Hamburgo fez história e para escrevê-la teve algumas dificuldades. Na final, como nas duas semifinais, a decisão ocorreu através de cobranças de pênaltis, após o empate em 1 a 1 no tempo normal.

“Nós corremos, esfolamos a cara no chão e hoje (domingo), só hoje, o Novo Hamburgo é o maior clube do Rio Grande. Não tirem esse mérito desse clube”, Matheus Cavichioli.

Nas cobranças de pênalti, o Novo Hamburgo venceu o Internacional por 3 a 1. D’Alessandro, Victor Cuesta e Nico López desperdiçaram suas cobranças, apenas William marcou para o Inter. Mesmo com o erro de Léo, o Novo Hamburgo cravou seu nome na história com João Paulo, Júlio Santos e Pablo.
Após a confirmação do título, a euforia foi grande no gramado. O atacante João Paulo disse que o time ‘quebrou o sistema’. “Fazendo a campanha que a gente fez, jogar da forma que a gente jogou, a gente veio para quebrar o sistema e mudar a capa dos jornais”, disse.
Após quatro vice-campeonatos, o Novo Hamburgo conquistou o seu primeiro título gaúcho.

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