Para evitar aglomeração, apenas 12 cavalarianos participaram do ato de extinção da Chama Crioula
Para evitar aglomeração, apenas 12 cavalarianos participaram do ato de extinção da Chama Crioula (Foto: Divulgação)

Sem fandangos, rodeios, churrascos, cavalgadas e desfiles. Assim foi a Semana Farroupilha deste ano. Porém, o Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Querência da Mata não deixou a data passar em branco e realizou algumas atividades, mesmo com poucas pessoas.

A programação teve início no dia 13, com o acendimento da Chama Crioula no jazigo de Eraldo Costa, que foi patrão fundador do CTG. Durante a semana, a centelha ficou na chácara do atual patrão do Querência da Mata, Renato Dameda, onde os sócios fizeram escala para proteger do fogo. “Todos foram separados por famílias que já estão convivendo junto durante a pandemia. Lá fizeram janta e, ao redor do fogo de chão, fizeram costado para a Chama Crioula”, conta o patrão.

No domingo, 20, feriado do Dia do Gaúcho, após o almoço que teve a participação de alguns integrantes, os cavalarianos conduziram a Chama Crioula até o Parque Municipal, onde aconteceu ato cívico de extinção do fogo. “Infelizmente, neste ano, tivemos menos comemorações, mas não deixamos de fazer algumas atividades, todas com poucas pessoas e tomando todos os cuidados”, acrescenta Dameda.

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