Novo espaço ficará no prédio anexo ao posto de saúde do Gressler (Foto: Leandro Osório/AI Prefeitura)

Há cerca de três meses sem realizar atividades, a Associação Reviver espera por um novo espaço. O local já está definido e ficará em um prédio anexo ao Posto de Saúde do bairro Gressler. Assim que estiver concluído, a entidade voltará a realizar práticas pedagógicas e de inclusão social com pacientes do Centro de Atenção Psicossocial (Caps II).

O novo prédio da associação não estava em uso e vinha sendo alvo de depredações e furtos. A Prefeitura está reformando o local, que ainda precisa da instalação das aberturas. “Ficamos felizes com essa alternativa”, comemora a secretária, tesoureira e oficineira da associação, Eliane Teresinha Pereira. Antes disso, a Reviver usava uma área que hoje pertence ao Hospital São Sebastião Mártir, onde também ficava o Centro de Atendimento de Doenças Infecciosas (Cadi).

No prédio do Gressler, a expectativa é retomar as oficinas, mas, por enquanto, os integrantes vão guardando materiais para reaproveitamento em locais improvisados. No prédio onde mora a Eliane, por exemplo, há sacos de latinhas, caixas de leite e garrafas pets. Mas também são utilizados retalhos de tecidos, CDs e DVDs velhos, jornais e revistas, papelão e tampinhas.

Secretária e oficineira da associação, Eliane tem guardado materiais no prédio onde mora (Foto: Débora Kist/Folha do Mate)

PARCERIA

A Associação Reviver existe há 14 anos e atua em parceria com o Caps desde então. É nele, aliás, onde funciona o ‘escritório’ da associação, com as atas e documentos. “Somos a única nesse formato no Rio Grande do Sul, com conta em banco, CNPJ, dinheiro em caixa e sócios. Fizemos galinhada, pasteladas e rifas e esse dinheiro é revertido aos pacientes do Caps II. Usamos para fazer passeios, almoços e jantas, tudo em benefício deles”, explica Eliane Teresinha Pereira.

Sobre o Caps II, ele atende pacientes com transtornos mentais. Para ajudar com o convívio social, a Reviver oferece acesso ao trabalho e lazer. Os produtos confeccionados nas oficinas de reciclagem são vendidos e os recursos são para uso comum dos pacientes em atividades diversas.

Festas de Carnaval estão entre as atividades realizadas entre associação, pacientes e equipe do Caps (Foto: Arquivo pessoal)

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