Depois do lançamento do feijão com a marca Cooprova, no fim do mês de dezembro de 2018, este ano a Cooperativa dos Produtores de Venâncio Aires (Cooprova) vem dando continuidade ao projeto e na semana passada, envasou mais um total de 4 mil quilos. O grão para o envase é fornecido por nove produtores do município, sendo alguns deles associados da Cooprova.

Segundo o extensionista rural do escritório municipal da Emater/RS-Ascar que acompanha todo o processo de envase, Alex Davi Gregory, desde o início do projeto até o momento, o volume de feijão envasado soma 8,5 toneladas. Porém, este total poderia ser bem superior, no mínimo o dobro, se não houvesse ocorrido quebra significativa no feijão segunda safra, denominado de safrinha. “As condições climáticas durante o período da colheita no mês de maio foram adversas e o excesso de chuvas e de umidade impossibilitou o acesso dos produtores às lavouras para a colheita do grão”, observa. Gregory acrescenta que isto gerou uma quebra de no mínimo 50% no feijão safrinha.

COMERCIALIZAÇÃO

O feijão com a marca própria da Cooprova está sendo comercializado nos mercados institucionais e nos programas governamentais – Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) -, para o PAA do município de Canoas, que absorveu 30 % do total produzido e envasado e, ainda, nas feiras da Cooprova que ocorrem cinco dias por semana, no ponto de comercialização localizado na esquina das ruas Tiradentes com a General Osório, nos fundos da Prefeitura.

Para desenvolver o programa, a Cooprova conta com o apoio e parceria da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, escritório municipal da Emater/RS-Ascar, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Sindicato Rural, ambos de Venâncio Aires. E, como o cereal é uma das tantas culturas de diversificação, as entidades primam pelo aumento da produção local, tendo em vista as condições favoráveis para a produção. O problema, segundo Gregory, não é tanto a produção, mas sim as condições climáticas na época da colheita, principalmente o safrinha, quando geralmente costuma chover bastante.

ENVASE

Todas as remessas de feijão com a marca Cooprova foram envasada nas dependências da Cooperativa Leo-Boqueirense de Agricultores Familiares (Cooperlaf) de Boqueirão do Leão. Gregory salienta que a opção por aquela cooperativa é que os equipamentos dela atendem todas as necessidades, como a limpeza, a classificação e o envase propriamente dito. “Estes procedimentos garantem um produto limpo e de qualidade”, observa.

“Reunimos os elos da cadeia produtiva e desenvolvemos o projeto junto com os apoiadores.”

ALEX DAVI GREGORY

Extensionista rural do escritório municipal da Emater/RS-Ascar

INFORMAÇÕES

1 Acompanharam o envase do feijão na semana passada na Cooperlaf, Alex Davi Gregory, técnico da Emater/RS; Marnei Becker, presidente da Cooprova; Josuel Lersch Simon, produtor; e Rafael de Oliveira e Altair Kern, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural.

2 A Cooprova promove as feiras nas terças, quartas, quintas e aos sábados pela manhã e às sextas-feiras à tarde.

3 O extensionista rural do escritório municipal da Emater/RS-Ascar, Alex Gregory, salienta que o ‘Projeto Feijão’ visa o fortalecimento da agricultura familiar no município e, ainda, incentivar a produção do cereal que compõe a alimentação básica dos brasileiros.

4 Os resultados com esse projeto, segundo Gregory, são diversos. Ele cita o incremento de renda ao produtor; mais um item no leque de produtos ofertados pela Cooprova; e fortalecimento da agricultura familiar e do comércio local, com estímulo ao vínculo entre as cooperativas como forma de promover o desenvolvimento mútuo.

Depois do lançamento do feijão com a marca Cooprova, no fim do mês de dezembro de 2018, este ano a Cooperativa dos Produtores de Venâncio Aires (Cooprova) vem dando continuidade ao projeto e na semana passada, envasou mais um total de 4 mil quilos. O grão para o envase é fornecido por nove produtores do município, sendo alguns deles associados da Cooprova.

Segundo o extensionista rural do escritório municipal da Emater/RS-Ascar que acompanha todo o processo de envase, Alex Davi Gregory, desde o início do projeto até o momento, o volume de feijão envasado soma 8,5 toneladas. Porém, este total poderia ser bem superior, no mínimo o dobro, se não houvesse ocorrido quebra significativa no feijão segunda safra, denominado de safrinha. “As condições climáticas durante o período da colheita no mês de maio foram adversas e o excesso de chuvas e de umidade impossibilitou o acesso dos produtores às lavouras para a colheita do grão”, observa. Gregory acrescenta que isto gerou uma quebra de no mínimo 50% no feijão safrinha.

COMERCIALIZAÇÃO

O feijão com a marca própria da Cooprova está sendo comercializado nos mercados institucionais e nos programas governamentais – Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) -, para o PAA do município de Canoas, que absorveu 30 % do total produzido e envasado e, ainda, nas feiras da Cooprova que ocorrem cinco dias por semana, no ponto de comercialização localizado na esquina das ruas Tiradentes com a General Osório, nos fundos da Prefeitura.

Para desenvolver o programa, a Cooprova conta com o apoio e parceria da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, escritório municipal da Emater/RS-Ascar, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Sindicato Rural, ambos de Venâncio Aires. E, como o cereal é uma das tantas culturas de diversificação, as entidades primam pelo aumento da produção local, tendo em vista as condições favoráveis para a produção. O problema, segundo Gregory, não é tanto a produção, mas sim as condições climáticas na época da colheita, principalmente o safrinha, quando geralmente costuma chover bastante.

ENVASE

Todas as remessas de feijão com a marca Cooprova foram envasada nas dependências da Cooperativa Leo-Boqueirense de Agricultores Familiares (Cooperlaf) de Boqueirão do Leão. Gregory salienta que a opção por aquela cooperativa é que os equipamentos dela atendem todas as necessidades, como a limpeza, a classificação e o envase propriamente dito. “Estes procedimentos garantem um produto limpo e de qualidade”, observa.

“Reunimos os elos da cadeia produtiva e desenvolvemos o projeto junto com os apoiadores.”

ALEX DAVI GREGORY

Extensionista rural do escritório municipal da EmaterRS-Ascar

INFORMAÇÕES

1 Acompanharam o envase do feijão na semana passada na Cooperlaf, Alex Davi Gregory, técnico da Emater/RS; Marnei Becker, presidente da Cooprova; Josuel Lersch Simon, produtor; e Rafael de Oliveira e Altair Kern, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural.

2 A Cooprova promove as feiras nas terças, quartas, quintas e aos sábados pela manhã e às sextas-feiras à tarde.

3 O extensionista rural do escritório municipal da Emater/RS-Ascar, Alex Gregory, salienta que o ‘Projeto Feijão’ visa o fortalecimento da agricultura familiar no município e, ainda, incentivar a produção do cereal que compõe a alimentação básica dos brasileiros.

4 Os resultados com esse projeto, segundo Gregory, são diversos. Ele cita o incremento de renda ao produtor; mais um item no leque de produtos ofertados pela Cooprova; e fortalecimento da agricultura familiar e do comércio local, com estímulo ao vínculo entre as cooperativas como forma de promover o desenvolvimento mútuo.

 

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