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A expectativa é de que os celulares dominem as listas dos itens mais procurados Foto: Divulgação

Depois de um ano ruim para o comércio, por conta da pandemia, a Black Friday chega no dia 27 de novembro para impulsionar as vendas e ser mais uma esperança de salvação para os varejistas. Neste ano, o evento terá algumas diferenças: será muito mais digital do que nos últimos anos, com foco principal no comércio eletrônico.

Com isso, o público que participará da Black Friday em 2020 será aquele que já está mais acostumado com as tecnologias. Assim, a expectativa é que os produtos eletrônicos dominem as listas dos mais procurados e vendidos na data. Em primeiro lugar, está um dos itens mais presentes em nossa vida atual: o celular.

É inegável a importância que os smartphones tiveram na pandemia. O que, muitas vezes, era utilizado apenas para manter contato com os amigos através das redes sociais, passou a ser centro de todas as esferas da vida, virando instrumento de trabalho e material para estudos. Por isso, muitos perceberam a necessidade de trocar de aparelho e estão esperando a data em que eles, costumeiramente, ficam mais baratos.

Fora da Black Friday, já é possível encontrar vários modelos de smartphone baratos, por menos de R$1.000. A tendência é que os valores fiquem ainda mais atrativos no dia 27, o que fará muita gente cogitar a troca por um novo.

De acordo com um levantamento da empresa Méliuz, especializada em comércio digital, os notebooks devem vir em segundo lugar na lista dos produtos mais procurados pelos brasileiros na Black Friday. Em terceiro, aparecem as roupas e os calçados. Depois, vem as TVs e as Smart TVs e, logo em seguida, os videogames.

O evento deste ano será beneficiado pelo contexto pandêmico, já que o comércio eletrônico bateu recordes enquanto o isolamento social predominava no Brasil. Com isso, muitas pessoas que não tinham o hábito de comprar pela internet passaram a adotar esta modalidade de compras. Isso gerou um grande crescimento no potencial público da Black Friday.

Um relatório realizado pela empresa de consultoria Ebit/Nielsen prevê que o faturamento da data neste ano será 27% maior do que no ano passado, mesmo em meio à crise financeira atual do país. Em 2019, o varejo brasileiro faturou 3,2 bilhões de reais na data, o que já representou um crescimento de 23,6% em relação a 2018. 55% das vendas foram feitas pelo celular.

Se você está na lista dos brasileiros que pretende aproveitar a data para comprar pela internet, comece a monitorar os preços desde já, para que tenha certeza de que os valores realmente baixaram. Além disso, existem várias outras dicas para que o barato não saia caro na Black Friday. A principal delas é sempre checar a confiabilidade e a segurança da loja virtual em que você pretende comprar, evitando qualquer chance de sofrer um golpe.

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