A Previdência Privada deve ser entendida como um investimento de longo prazo, sendo assim, quanto antes o cidadão pensar nessa solução, melhor para o seu futuro. (Foto: Divulgação)

A mudança nas regras para aposentadoria, com a Reforma da Previdência, fez com que muitas pessoas repensassem suas economias e como estão se preparando para o futuro. No último trimestre do ano passado, os investimentos em planos foram de R$ 34,2 bilhões, um crescimento de 35,4% a mais, em relação ao mesmo período de 2018, segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).

O gerente comercial do Grupo Aspecir, Fábio de Camargo Ribas, explica que entre as principais vantagens de um plano de previdência privada, na comparação com a previdência social, está a liquidez, já que o resgate do valor acumulado ou a conversão em renda pode ser feita quando necessário. Além disso, ele destaca a flexibilidade e rentabilidade
“Para ter direito à aposentadoria por meio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), é necessário um longo período de contribuição. Você não determina o valor a ser pago e o benefício tem um teto, ou seja, o valor máximo de benefício é R$ 6.101,06, não importando quanto você tenha contribuído”, comenta.

Já a previdência privada pode ser adequada aos planos e objetivos de cada um. “Isso inclui escolher o valor que pretende contribuir e a data na qual quer começar a receber a renda. Não há teto para o benefício, quanto mais você contribuir, maior vai ser a sua renda”, detalha Ribas.

De acordo com ele, ao contrário do que algumas pessoas pensam, não é preciso optar por uma ou outra. “O interessante é complementar a aposentadoria do INSS com uma previdência privada garantindo a um futuro tranquilo”, destaca.

O profissional do Grupo Aspecir explica que o valor mensal da previdência privada é aplicado em um fundo de investimento que rende mais do que a poupança e os investimentos bancários. Além disso, é possível reduzir a sua base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) em até 12% da renda bruta anual.


“É muito comum as pessoas usarem parte do décimo terceiro salário e colocarem no plano de previdência, por exemplo. Com esses aportes extras, é possível se aposentar antes da data prevista e com uma renda mais interessante.”

FÁBIO DE CAMARGO RIBAS – Gerente comercial do Grupo Aspecir


INVESTIMENTO

Não há idade nem mesmo um valor mínimo para começar a investir na previdência privada. No entanto, o benefício depende do tempo e do valor da contribuição no período de acumulação. “O melhor presente que os pais, avós, tios e padrinhos podem dar para os seus pequenos queridos é uma previdência. Temos clientes que saem da maternidade com uma previdência privada”, comenta.

Ribas observa que, em geral, as pessoas estão acostumadas a pagar juros sob juros no cheque especial e no cartão de crédito e não conhecem como os juros podem trabalhar a seu favor, ao longo do tempo, por meio de investimentos como o da previdência privada.
Ele ressalta que a Aspecir Previdência possui o fundo previdenciário de renda fixa mais rentável nos últimos 12, 18 e 24 meses, conforme listagem de desempenho dos fundos de investimento previdenciários divulgada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), no segundo semestre do ano passado.

“Na Previdência Privada, o rendimento varia conforme a aplicação da empresa. Ela é a instituição responsável por gerir o dinheiro recebido nas contribuições, escolhendo onde aplicá-lo com segurança para obter a melhor rentabilidade possível. Isso impacta diretamente no valor que a pessoa vai receber no futuro”, explica.

SIMULAÇÃO

  1. Se os pais de uma criança recém-nascida investirem R$ 150 mensais terão um valor bruto acumulado de R$ 67.816,63 em 18 anos.
  2. Esse valor poderá ser convertido em renda mensal por 5 anos de R$ 1.218,88, auxiliando no custeio da educação.
  3. Caso não utilize a reserva acumulada para os estudos e opte em continuar contribuindo, em 65 anos, a reserva será de R$ 3.543.467,18, que poderá ser revertida em renda mensal vitalícia no valor de R$ 20.943,99.
  4. Outro exemplo é de uma pessoa que começa a investir aos 20 anos, uma quantia equivalente a R$ 100 mensais. Ela terá um valor bruto acumulado de R$ 481.402,69 aos 65 anos, que pode ser transformada em renda mensal vitalícia de R$ 2.845,37.
  5. De outra forma, uma pessoa que começa a investir aos 40 anos terá que contribuir com o valor de R$ 467,99 mensais para ter a mesma reserva e a renda mensal vitalícia aos 65 anos que a de 20 anos.
    Fonte: Aspecir

Deixe um comentário

Digite seu comentário
Digite seu nome