Emprego: Venâncio perdeu 1.572 vagas formais em agosto

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Venâncio Aires perdeu 1.572 empregos com carteira assinada no mês de agosto. No período, foram 733 admissões e 2.305 desligamentos, segundo dados divulgados na quinta-feira, 30, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado é reflexo das dispensas nas indústrias de tabaco. As operações da safra se encaminham para o fim e as contratações devem ser retomadas somente no início do próximo ano.

Com exceção do ano passado, quando 1.900 postos de trabalho foram fechados na Capital Nacional do Chimarrão, o desempenho do emprego no oitavo mês de 2021 é o pior desde o ano de 2015, que fechou agosto com saldo negativo de 1.852 vagas formais. O Caged acompanha o desempenho dos municípios brasileiros em relação ao emprego formal desde 2003. Os dados podem ser acessados no endereço http://pdet.mte.gov.br/novo-caged.

Ainda considerando agosto, Venâncio Aires fechou o mês com um saldo acumulado de 2.101 vagas com carteira assinada. Nos oito primeiros meses do ano, foram 11.358 admissões e 9.257 demissões registradas. Além disso, números relativos aos últimos 12 meses mostram saldo de 1.090 empregos, com 14.010 contratações e 12.920 dispensas.

Estado e País

O Rio Grande do Sul fechou agosto com saldo ‘azul’ de 11.801 vagas, fruto de 109.402 admissões e 97.601 desligamentos. No acumulado do ano, o desempenho também é positivo: 118.816 empregos gerados, a partir de 852.126 contratações e 733.310 dispensas. Os últimos 12 meses também são de boas notícias no estado, que tem saldo de 188.098 empregos formais. No período, foram 1.237.026 admissões e 1.048.928 demissões.

No Brasil, agosto também foi um mês para comemorar a geração de emprego. O saldo de 372.265 é resultado de 1.810.434 contratações e 1.438.169 dispensas. No acumulado deste ano, foram criados 2.203.987 postos de trabalho formais, com 13.082.860 novas oportunidades e 10.878.873 vínculos encerrados. E os números são ainda melhores na análise ‘recortada’ dos últimos 12 meses. O saldo é de 3.201.675 empregos com carteira assinada. No período, as contratações somam 19.085.058, já as demissões bateram em 15.883.383.

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