Preços dos itens de supermercado se mantêm estáveis

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O preço médio para adquirir os 38 itens pesquisados todos os meses, pela Folha do Mate, está estável, no início de 2022, em comparação com o mês anterior. Na pesquisa realizada nesta segunda-feira, 3, o valor médio total ficou em R$ 374,05, o que representa 0,21% mais do que no início de dezembro, quando a lista custava R$ 373,24.

Preços

Os itens que tiveram uma pequena majoração no preço foram a massa e o sabão em pó. No mês anterior, a média para adquirir um pacote de massa, de 500 gramas, custava R$ 3,75 e, neste mês, passou para R$ 4,45 – aumento de mais de 18%. Já o sabão em pó, de 800 gramas, em dezembro custava uma média de R$ 10,89 e, em janeiro deste ano, custa R$ 12,26, o equivalente a 12,6% a mais.

Entre as reduções, o que mais impactou positivamente no bolso dos consumidores foi a diminuição de quase 27% no preço do tomate. A média do quilo do legume, em dezembro de 2021, era de R$ 6,92 e, em janeiro deste ano, baixou para R$ 5,07. Já o pacote de um quilo de feijão, que custava R$ 8,89, no mês passado, em janeiro, baixou para R$ 8,65, uma diminuição de 2,7%.

Pesquisa no preço dos produtos é alternativa para economizar

Rose Maria da Silva, 51 anos, costuma acompanhar os preços dos itens do supermercado antes de sair às compras. Para ela, esta é uma alternativa inteligente para evitar gastos desnecessários.

A moradora de Linha Sapé costuma fazer um ‘ranchão’ no início do mês e, durante a semana, sai à procura de alguns itens, para complementar a lista de compras. “Estou sempre variando de mercado conforme as promoções do dia. As frutas e verduras eu compro aos fins de semana e o pão costumo comprar todos os dias. Mas os demais produtos já são adquiridos no início do mês”, afirma.

Ela observa que os preços dos itens se mantiveram estáveis nos últimos meses. “O açúcar e o leite subiram de preço, mas agora já estabilizaram”, exemplifica a consumidora. Contudo, quando foi sair para fazer as compras para as comemorações de fim de ano, percebeu um aumento significativo no pote de nata. “Está muito cara, antes eu comprava este produto por bem menos”, argumenta a dona de casa. Desta vez, ela foi ao supermercado acompanhada dos filhos Milena, 23 anos, e Matheus, 6 anos. Segundo ela, até o filho menor já sabe fazer pesquisa de preço. “Ele adora chocolates, então sempre observa os preços”, afirma.

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