Proporcionar experiências aos alunos estão entre as estratégias utilizadas pelos profissionais do Colégio Bom Jesus (Foto: Divulgação/Bom Jesus)

Com a era digital, as mudanças estão em todos os segmentos e os efeitos dessa transformação são sentidos, também, na educação. Isso faz com que o professor e a escola tenham que repensar as práticas pedagógicas para acompanhar os alunos que já chegam às salas de aula ressignificados.

“A escola sempre foi um campo muito fértil para o aprendizado, mas, até ontem, achávamos que, como professores, o nosso papel era compartilhar práticas pedagógicas tradicionais. Hoje não é mais assim, é necessário reinventar-se a todo momento e adequar as aulas para que proporcionem experiências reais ao estudante”, destaca a gestora do Colégio Bom Jesus Nossa Senhora Aparecida, Inês Schwertner.

De acordo com ela, na instituição, a era 4.0 já é uma realidade: professores e espaços de inovação tornam-se membros do processo de aprendizado. Inês comenta que o educador da era digital é aquele que media o aprendizado e também aprende. Além disso, o profissional entende que o uso do computador é essencial para a evolução e que a máquina traz possibilidades importantes para sanar curiosidades e possibilitar pesquisas rápidas ou aprofundadas, sem limitar a imaginação.

“O computador, além de tudo, permite uma mobilidade interessante, o que deixa as aulas mais dinâmicas, à medida que não é necessária a estrutura rígida da sala de aula, com mesas, cadeiras e lugares demarcados”, observa.

O gerente pedagógico do Bom Jesus, Marcelo Favaro, destaca, também, que a era digital propõe que o conhecimento seja adquirido de maneira multidisciplinar, com as informações repassadas aos alunos de forma natural. “O aluno 4.0 não decora: aprende e também ensina. Afinal, as crianças e os jovens da era digital compartilham, cocriam e sentem-se estimulados com o trabalho em equipe”, enfatiza Favaro.

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