Cônego Pedro Henrique Vier e a relação com a Paróquia Santa Inês

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Religioso que dá nome a uma das ruas principais de acesso ao Centro de Mato Leitão, Cônego Pedro Henrique Vier atuou por quase 20 anos na Paróquia Santa Inês. Nascido no dia 4 de março de 1901, em Montenegro, foi ordenado em 27 de abril de 1924 por D. João Becker, no Seminário de São Leopoldo. Ele foi empossado como padre na paróquia da Cidade das Orquídeas no dia 19 de janeiro de 1941, local onde permaneceu até 1960.

Conforme registros da paróquia, repassados por Solange Stülp, ao ser transferido a outra paróquia, o religioso fez um pedido para o então bispo da diocese, Dom Alberto Etges, que gostaria de ser sepultado no Cemitério Santa Inês, de Mato Leitão. Ele faleceu no dia 3 de outubro de 1962, em Rio Pardo, e o corpo foi levado e enterrado no cemitério da comunidade de Mato Leitão. Até hoje, membros da comunidade levam flores e mantém a limpeza do túmulo como forma de reavivar a memória do cônego.

Características

Cônego Pedro Henrique Vier atuou por quase 20 anos na Paróquia Santa Inês (Foto: Divulgação)

Pedro Henrique vier era um homem de estatura alta, que usava uma batina preta e se comunicava muito com as famílias durante as missas. O padre era uma pessoa bem séria, com semblante sereno e que transmitia respeito. “Uma pessoa piedosa e de muita oração, preocupado em como atender a vasta paróquia Santa Inês e também Palanque, para onde se locomovia com um burro”, ressalta Solange.

Construção da casa paroquial

O cônego também se destacou por liderar melhorias e avanços para a comunidade do até então distrito de Mato Leitão. Uma das suas realizações foi a construção da atual casa paroquial. O prédio no qual atualmente fica a Prefeitura de Mato Leitão, quando foi construído, serviu de residência de irmãs que vieram a pedido do padre para trabalhar com os alunos nas escolas.

Marino Bohn, na época coroinha, se tornou padre inspirado no Cônego, tamanha a relevância do seu trabalho na comunidade. Na inauguração do prédio, o coroinha Marino teve o privilégio de acompanhar o padre no ato de abertura, pois não era permitida a entrada de ninguém além das irmãs.

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