Principais formas de conseguir empréstimo com juros menores

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Em tempos de crise econômica, muitos brasileiros procuram formas de emprestar dinheiro a juros baixos. Adiantar o décimo terceiro ou a restituição do Imposto de Renda ou fazer um refinanciamento são algumas das mais rentáveis.

O empréstimo é um recurso bastante utilizado pela maioria dos brasileiros para conseguir conquistar o sonho da casa própria. Entretanto, muita gente se endivida com os juros no meio do caminho e a situação pode ficar séria e comprometer todo o orçamento.

Para evitar pegar um empréstimo caro e sair com uma dívida ainda maior, há maneiras de se conseguir empréstimos com juros mais baixos. Crédito consignado, por exemplo, pode ser uma boa ideia. Além disso, como refinanciar um imóvel também deve ser uma questão a ser considerada, uma vez que os juros tendem a ser mais baixos nessa modalidade.

Há quem pense que antecipar a restituição do Imposto de Renda pareça uma solução viável. Não é possível encontrar a resposta perfeita para todo mundo, mas conhecer boas opções já é um ótimo jeito de começar.

Crédito consignado
O crédito consignado é uma boa opção para quem possui renda fixa e trabalha com carteira assinada. Também apresenta-se como alternativa viável para quem é beneficiário do INSS ou é funcionário público.

A concessão do crédito é feita pela instituição financeira onde a pessoa recebe seu salário e o valor da parcela de pagamento já é descontado mensalmente antes que o salário caia na conta. Dessa forma, o banco costuma aplicar juros menores, visto que a probabilidade do pagamento da dívida não ocorrer é muito mais baixo, para não dizer tecnicamente nulo.
Antecipação da restituição do Imposto de Renda
Outra opção de conseguir empréstimos a juros baixos é através da antecipação da restituição do imposto de renda. Nessa opção, assim como no empréstimo consignado, os bancos também têm certeza que receberão o pagamento, o que ajuda a derrubar os juros.

Para solicitar esse tipo de empréstimo é necessário ser correntista na instituição financeira na qual cairá o dinheiro da restituição: quando o valor do Imposto de Renda for depositado na conta, o banco terá acesso imediato ao montante.

Entretanto, é necessário destacar que, caso ocorra alguma inconsistência na declaração do imposto e, por conta disso, o dinheiro depositado for menor que o esperado ou nem chegar, o devedor pode não ter condições para quitar a dívida.

Além disso, o prazo para o pagamento é mais curto e a data máxima será até dezembro, último mês para a restituição do imposto de renda.

Nessa opção, o cronograma da dívida segue as datas determinadas pela Receita Federal, o que significa que o devedor tem pouco tempo para se organizar em relação ao pagamento. Essa característica soma como desvantagem nessa opção.
Antecipação do Décimo Terceiro salário
Assim como a antecipação do Imposto de Renda e a concessão do Crédito Consignado, a antecipação do décimo terceiro salário é uma opção com juros baixos por conta da garantia que o banco tem em receber o dinheiro devido.

Funciona basicamente da mesma forma que a antecipação do Imposto de Renda, incluindo a principal desvantagem. Nesse caso, mesmo que o empregador não deposite o valor do décimo terceiro, a instituição financeira irá recolher da conta o valor referente à dívida no dia do vencimento previamente acordado com o devedor.

Além disso, outra desvantagem, é o fato de que o trabalhador abre mão do recebimento do décimo terceiro salário no final do ano, uma época conhecida por gastos extras com natal, IPTU, IPVA, entre outros.

Crédito pessoal através de sites
Buscar um crédito pessoal através de dotes especializados pode ser uma opção que apresente juros mais baixos do que os bancos físicos por conta de alguns fatores. O principal deles é a falta de gastos em manutenção de agências físicas, o que permite ser convertido em juros mais baixos aos seus clientes.

Apesar disso, essas instituições costumam ser mais rigorosas que os bancos em relação à concessão de crédito, visto que buscam reduzir os riscos e criar uma carteira de bons pagadores. Sua atuação é pautada na parceria com bancos pequenos e médios que oferecem os recursos necessários.
Refinanciamento do imóvel
Quando a opção é refinanciamento do imóvel, o proprietário oferece o seu próprio imóvel como garantia de pagamento da dívida.

Esse simples fato faz os juros ficarem bem menores, mais baixos ainda que os do crédito consignado. Como o banco possui a garantia de que, caso a dívida não seja paga, ele pode retomar o imóvel, os valores emprestados são maiores que a maioria e os prazos de pagamento podem ultrapassar os 20 anos.

Por ser uma operação de alto risco, é necessário registrá-la em cartório e o imóvel fica em nome do banco até a que haja a quitação da dívida.

Apesar dessa questão, o refinanciamento do imóvel continua como melhor opção para qualquer pessoa, sem pré-requisitos, como trabalhar de carteira assinada. Além disso, os juros são os mais baixos possíveis e a economia é garantida.

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