Em março de 2018, o casal fez um ensaio tradicionalista. Na foto, Andressa está montada na Jandirita da Santa Paze e o Franklin na Nega (Foto:Camila Kessler/Divulgação)

Um amor por animais que vem de berço. Entretanto, não são somente cachorros e gatos os bichos de estimação da auxiliar de escritório Andressa Regina Bohn, 26 anos. “Meu amor pelos animais é desde criança mesmo. Quando tinha uns 2 anos, meus pais me presentearam com um filhote de pastor alemão, o Lobi. Ele era meu companheiro, fazia tudo comigo, ficamos juntos por 12 anos”, lembra ela.

Além de Lobi, Andressa sempre teve outros cachorros e muitos gatos. “Chegava a ter uns 20 e, de vez em quando, minha mãe me pegava dormindo com eles no galpão.” Além dos tradicionais animais de estimação, a moradora do bairro São Francisco Xavier teve também um hamster e uma cabrita que a acompanhava.

Aos finais de semana, o casal tem o hábito de passear pelo interior à cavalo (Foto: Divulgação)

CAVALOS

Apesar de residir na cidade, as raízes permanecem no interior, por motivos especiais também. Andressa e o companheiro Franklin Augusto Eisermann, 26 anos, realizaram juntos um sonho antigo: ter os cavalos como animais de estimação. E juntos compartilham um sentimento, que é o amor pelos equinos.

Há seis anos, o casal tem três cavalos: Nega, Jandirita e Cuiudo. Com uma rotina bastante atarefada ao longo da semana, aos fins de semana, juntos, eles percorrem o interior a passeio. “As cavalgadas ou passeios fazemos normalmente em feriados ou finais de semana. Tenho a minha égua Nega, foi o primeiro cavalo que compramos, em 2014 e já domada. Deixo ela na casa dos meus pais”, comenta Andressa.

O casal ao centro, com um grupo de amigos e familiares visitando a Figueira Centenária (Foto: Divulgação)

O carinho pelos animais é perceptível no casal. Por morarem na cidade, os animais precisam ficar no interior, na casa de familiares. Por isso, qualquer tempo extra é aproveitado ao lado dos animais. “Ter um bicho de estimação é o mesmo que cultivar um amor incondicional dentro da gente. É um ser que depende do nosso carinho e afeto. A melhor parte dessa paixão é que eles nunca se cansam de amar de volta, não importa o que nós temos para dar em troca o amor e atenção já é o suficiente para eles.”

Além dos cuidados básicos com os cavalos, como vacinação e ferraduras, Andressa lembra das possibilidades de conhecer lugares diferentes, fazer novas amizades e o bem-estar que os animais trazem para o ser humano. “Se observar bem, eles se comunicam via gestos. Fazem caretas, brincam por horas com algo que pode parecer insignificante para nós ou passam o tempo se divertindo no campo. O certo é que nunca haverá um momento de tédio perto deles.”

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