Toque de recolher será feito por sirenes das empresas às 22h (Foto: Reprodução)
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A reforma tributária, tanto gaúcha como brasileira, tem chamado atenção de diversos setores da economia. Entre os temas propostos nas novas regras, está a taxação do cigarro, com produção local. A alíquota passaria dos atuais 71% para 92%, o que torna inviável a fabricação do cigarro brasileiro conforme o presidente da Amvarp e prefeito de Candelária, Paulo Roberto Butzge. Outro destaque é o mercado ilegal que responde por 57% do consumo brasileiro de cigarro.

“Estamos pensando na nossa região e principalmente nos municípios de Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires e Vera Cruz, que têm como principal economia o tabaco. Com a sobretaxação, além de inviabilizar a produção local ainda estaríamos abrindo as portas para o tabaco ilegal e contrabando, que contribui em nada com a economia local e ainda tira o emprego de cidadãos da região”, destacou Paulo Butzge.

O documento repudiando o aumento na tributação e manifestando preocupação com a tramitação do Projeto de Lei nº 3229, de 2020, também deve ser remetido em breve ao Senado Federal.

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