Troca da cobertura e da fiação está pronta na maior parte da escola (Foto: Débora Kist/Folha do Mate)
Forro e piso ainda precisam ser trocados em algumas salas (Foto: Débora Kist/Folha do Mate)
Pátio foi ‘ampliado’, desde que a brizoleta veio abaixo (Foto: Débora Kist/Folha do Mate)

Iniciadas em novembro do ano passado, as obras de reforma da Escola Estadual Monte das Tabocas seguem em 2019. Parte das melhorias é visível aos mais de mil alunos, mas ainda há o que fazer.

De pronto, todo o telhado foi trocado por telhas de fibrocimento (Brazilit) de 8 milímetros. A fiação elétrica também é nova, mas está ligada na antiga subestação enquanto a nova não chega. Também foi mexido no forro, agora de PVC, e parte do assoalho. Nesse caso, algumas salas tiveram os tabuões trocados por piso de parquê.

Essas obras foram custeadas com os R$ 367.403,65 autorizados pelo Governo do Estado em outubro e o trabalhou coube à empresa Analuza Construções Ltda, de Bento Gonçalves. “Ainda falta um aditivo do valor total para reformarmos uma sala que está interditada e a nova subestação”, explica a diretora Marinêz Weizenmann.

Será a nova subestação, com maior capacidade, que permitirá a instalação de condicionadores de ar, por exemplo. Atualmente, a nova fiação segue na rede antiga, instalada há mais de 60 anos.

RECURSO PRÓPRIO

Nesse meio tempo, a escola também contribuiu para as reformas. Vários corredores e salas de aula foram pintados com recursos próprios – cerca de R$ 5 mil – da rifa realizada para a Páscoa de 2018. Além disso, a diretora Marinêz cita a necessidade de reformas nos banheiros. Para isso e outras melhorias na parte mais antiga da escola, o educandário aguarda em torno de R$ 150 mil do Estado via Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird). “O que nos foi passado que isso só será liberado quando a obra inicial for concluída. Então não temos certeza de prazo.”

Brizoleta, agora, só na lembrança

A obra completa compreendia, ainda, a demolição da brizoleta e o Monte das Tabocas ganhou um espaço a mais no pátio. A estrutura de madeira, construída nos anos 1960 quando Leonel Brizola era governador, ficará só na lembrança de quem a frequentou, seja como sala de aula, antigamente, ou para reuniões do clube de mães, mais recentemente.

A diretora Marinêz Weizenmann reforça que nada será construído no local. “O espaço aberto ampliou a área de convivência e arejou o refeitório. Ainda vamos colocar uns bancos para os alunos.” Parte da tábuas da brizoleta foram usadas na reestruturação do assoalho de algumas salas de aula.

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