(Foto: Pixabay/Divulgação)

O episódio envolvendo a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) é mais uma prova de que, cada vez mais, não há limites para os golpes. Estelionatários, auxiliados por ‘hackers’, usam dos mais variados artifícios para invadir contas bancárias e se apropriar de dinheiro. Só da Apae foram mais de R$ 300 mil.

Mas como os golpistas conseguem acesso às contas bancárias para se apropriar dos valores? A principal delas é através dos próprios correntistas, que fornecem dados pessoais e dos cartões de crédito a desconhecidos. “Muitas vezes fazem isso por telefone. Isso nunca deve ser feito. Não se passam informações sigilosas por telefone, muito menos por computador”, alerta o delegado Vinícius Lourenço de Assunção.

O titular da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) explica que os golpistas estão cada vez mais audaciosos e criativos e a única maneira de não ser mais uma vítima, é não fazer negócios ‘virtuais’. “Se precisar alterar algum dado bancário ou fazer atualizações, vá direto à sua agência e fale com uma pessoa de confiança. Isso é o correto e mais seguro a se fazer”, orienta o delegado.

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