GAP inicia as reformas no PAM e aguarda por novas viaturas

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Dois meses depois de assumir a presidência do Grupo de Apoio à Polícia Civil (GAP), o professor João Moacir Laufer Ferreira deu nova vida à entidade. Reformas estão em andamento, novas cadeiras e poltronas foram adquiridas e o prédio onde funciona o Posto de Atendimento à Mulher (PAM) está sendo reformado.

Não bastasse, o novo presidente ‘ganhou’ uma caminhonete que foi apreendida e está prestes a adquirir outro veículo, que será blindado. “Tudo com muito suor, mas principalmente contando com o apoio da nossa comunidade”, destacou Laufer Ferreira.

Conhecido por encabeçar entidades na Capital do Chimarrão, o professor abraçou a causa do GAP e, com apoio de membros da entidade, arregaçou as mangas e foi à luta.

Para angariar fundos e poder realizar seus projetos, entre outras coisas, criou uma ação entre amigos, com o sorteio de quadros pintados a mão, por artistas que residem em Venâncio. “Os quadros, as molduras e até os vidros foram doados”, revela.

Paralelo à busca por verba, o presidente do GAP corre atrás de doações. Esta semana, o empresário Flávio Bienert – que é o presidente do Conselho Pró-Segurança Pública (Consepro) -, lhe doou um conjunto de cadeiras estofadas e mais duas poltronas.

Laufer Ferreira também recebe doações de brinquedos e materiais pedagógicos, que serão deixados no PAM, para uso de crianças que necessitam atendimentos ou que acompanham suas mães.

Reformas

E é justamente no PAM um dos locais onde havia mais necessidade de reformas. O forro do prédio estava literalmente desabando, pois chovia para dentro. Agora, com doações da Madeireira Haas, dois profissionais estão fazendo os reparos necessários. “E a mão de obra é de graça. O nosso povo é solidário”, ressalta o professor.

A caminhonete doada à Polícia Civil, uma Amarok que será devidamente adesivada, também necessita de reformas. Tem problemas no motor e em um orçamento preliminar, chegou à cifra de R$ 8 mil.

Laufer Ferreira fez orçamento em outra oficina e conseguiu reduzir os custos para R$ 2.680. “Vão me cobrar só o custo das peças”, mencionou, ressaltando que o resto do serviço será doado pela Stop Car.

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