Mais 18 líderes de facções do RS são transferidos para penitenciárias federais

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Megaoperação desencadeada desde às 6 desta terça-feira, 3, transferiu outros 18 presos, considerados líderes de facções criminosas no Rio Grande do Sul, para penitenciárias federais. Todos estavam recolhidos na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) e na Penitenciária Estadual Modulada de Charqueadas. Os nomes dos presos e os destinos não foram revelados.

Denominada de ‘Operação Império da Lei’, esta é a segunda grande operação para transferências de líderes de facções do RS para penitenciárias federais. Em julho de 2017, a denominada ‘Operação Pulso Firme’ levou 27 criminosos para longe do Estado. Entre eles estavam José Carlos dos Santos, o Seco, e Cássio Adriano Ribeiro, o Catimba, que morava em Venâncio Aires.

A operação para transferir os 18 presos iniciou durante a madrugada e contou com a participação de 1,3 mil agentes e o auxílio de seis helicópteros (três aeronaves da Brigada Militar, uma da Polícia Civil e duas da Polícia Rodoviária Federal). As 6h, os detentos começaram a deixar as casas prisionais em vans e foram até a praça central de Charqueadas, onde embarcaram nos helicópteros e seguiram até a Base Aérea de Canoas.

De lá, em aviões Hércules, seguiram seus destinos. As penitenciárias federais estão localizadas no Paraná (Catanduvas), Mato Grosso do Sul (Campo Grande), Rondônia (Porto Velho), Rio Grande do Norte (Mossoró) e Distrito Federal (Brasília). O Rio Grande do Sul terá uma casa prisional federal, planejada para ser construída em Charqueadas. A previsão é que esteja concluída em 2023.

Nas penitenciárias federais, os presos ficam em celas individuais, há bloqueadores de celular e as visitas monitoradas.

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