Foto: Renan Arais / DivulgaçãoIntegrantes do diretório nacional do PP decidiram protocolar ação para pedir a suspensão dos efeitos da convenção desta quarta-feira, 25
Integrantes do diretório nacional do PP decidiram protocolar ação para pedir a suspensão dos efeitos da convenção desta quarta-feira, 25

Em razão dos fatos ocorridos na convenção nacional do Partido Progressista nesta quarta-feira (25), em Brasília, a senadora Ana Amélia e outros sete integrantes do Diretório Nacional do PP – o governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho; os deputados federais Esperidião Amin, Dimas Fabiano e Jerônimo Goergen; o presidente do PP/RS, Celso Bernardi; a 2ª vice-presidente do PP Nacional, ângela Amin; e o advogado Pedro Feiten – protocolaram ação cautelar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O pedido de liminar visa suspender os efeitos da convenção nacional Progressista, uma vez que não houve a contagem dos votos dos convencionais durante a deliberação sobre o apoio do partido à candidatura a Presidente da República.

Os representantes do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina, favoráveis à neutralidade na disputa presidencial, não puderam se posicionar em razão da forma como foi conduzida a votação. O presidente do PP Nacional, Ciro Nogueira, declarou aprovada por aclamação resolução que deixaria a cargo da Executiva a decisão sobre o apoio na candidatura a presidente. A proposta, contudo, não foi votada e, consequentemente, aprovada.

Assim, com provas suficientes para embasar a ação no TSE, como a gravação da convenção realizada no auditório Petrônio Portela do Senado Federal, os oito integrantes do diretório nacional protocolaram a ação cautelar no TSE, onde foi designado como relator o ministro Henrique Neves da Silva. O objetivo da liminar é suspender os efeitos da convenção e buscar que o Partido Progressista se posicione de forma democrática, conforme a vontade majoritária dos Progressistas.