Prefeito Airton Artus esclarece sobre reunião ocorrida na SPH

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Sobre as informações repassadas pela assessoria da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH) aos órgãos de imprensa de Venâncio Aires, terça-feira, 22, a respeito da retomada do prédio localizado em Vila Mariante e cedido pelo Governo do Estado ao Município por força do convênio firmado em 2001 e renovado em dezembro de 2008, o prefeito de VenâncioAires faz alguns esclarecimentos. Em nota repassada ontem pela sua assessoria, Airton Artus explica que foi chamado ao órgão estadual para uma audiência com Renato Luis de Moura, chefe da divisão de Administração Geral, para ser comunicado da intenção. Entretanto, ressalta que “o assunto será conduzido com a devida seriedade, preservando acima de tudo o interesse da comunidade”.

Conforme o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Helio Lawall, por muitos anos aquele prédio esteve em situação de abandono com sua estrutura seriamente danificada e servindo, inclusive, para atividades ilícitas. Tal situação foi corrigida com a concessão real de uso firmada em 2001, cujo propósito foi de instalar uma empresa que gerasse emprego e renda naquela comunidade. “Naquele ano, o prefeito Glauco Scherer apoiou a iniciativa e também na condição de secretário da Indústria e Comércio, estive a frente do projeto que culminou com o firmamento da cessão de uso do Estado para o Município. O convênio foi ratificado em 2007 e renovado em dezembro de 2008 pelo então prefeito Almedo Dettenborn”, explica na mesma nota.

Diferente do que foi divulgado por Moura, Lawall informa que naquele prédio encontra-se em plena atividade a empresa Sahel Brazilian Stones Comércio de Pedras, gerando 18 empregos diretos, além da atividade dos proprietários. “A empresa, inclusive, tem respaldado o convenio firmado entre o município e estado”, afirma.

Embora concorde que o prédio necessite de reformas, Artus afirma, na nota, que a situação atual está bem melhor em razão dos consertos promovidos pela prefeitura e pela empresa ocupante do espaço. “O assunto merece uma atenção especial por parte do nosso governo, pois se trata de uma empresa séria e que está cumprindo com seu papel na comunidade e no município”, declara.

Comprovando a importância do assunto, o prefeito informa que nomeou a advogada Gisele Spies Chitolina, procuradora-adjunta do município, e Lawall para tratarem do assunto junto a SPH. “Em um primeiro momento, na minha avaliação, devo dizer que a empresa se mantenha em atividades normais, pois o que existe momentaneamente é uma intenção do Estado que será negociada e conduzida com bastante cautela e muito zelo, mantendo um bom relacionamento na preservação das relações entre Estado e município assim como os interesses da empresa e seus funcionários” afirma o secretário.

O prefeito esclarece ainda que a intenção é viabilizar a manutenção da empresa Sahel naquela localidade para só então atender a solicitação da SPH.

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