Volume de tabaco produzido com uso eficiente da água cresce 180% em três anos

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No Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, a BAT Brasil (ex-Souza Cruz) registra avanços em suas práticas de ESG, com especial atenção à preservação do meio ambiente no campo. Uma das medidas que buscam dar mais sustentabilidade à produção é a fertirrigação, técnica de distribuição inteligente da água e nutrientes que evita desperdícios e garante a qualidade da safra e produtividade das propriedades. A prática vem dando tão certo que, nos últimos três anos, o volume de tabaco produzido com ela quase triplicou nas propriedades de produtores integrados à empresa.

A fertirrigação é uma técnica de irrigação por gotejamento considerada a mais sustentável entre as práticas existentes e uma grande aliada frente às secas e adversidades climáticas. Com ela, é possível levar a quantidade necessária de água e nutrientes diretamente para a planta, garantindo eficiência e menor consumo. Além disso, para aderir ao uso da fertirrigação na propriedade, o produtor necessita adotar práticas sustentáveis ainda mais alinhadas com o meio ambiente. A água a ser utilizada obedece a princípios conservacionistas, e o local de captação, como o açude, é cuidadosamente preparado, seguindo as exigências legais de licença ambiental e de outorga da água para essa finalidade. Na maioria dos casos, os açudes utilizados são preparados para o aproveitamento das chuvas, sendo esse por captação natural ou por meio de recolhimento da água através de calhas instaladas nos telhados das propriedades.

“Desde 2018, o volume de tabaco produzido com a fertirrigação cresceu 180%. Atualmente, uma área de 1.473 hectares de terra dos produtores integrados da companhia conta com a técnica para a produção de tabaco, o que equivale a quase 1,8 mil campos de futebol. A meta é chegar a mais que o dobro em 2030, alcançando mais de 3.000 hectares”, declara Felipe Hayashi, Gerente de Difusão de Tecnologias e Inovação em Produção Agrícola da BAT Brasil.

Outra forte aliada à manutenção da sustentabilidade da água no campo é a técnica de manejo do solo Camalhão Alto de Base Larga. Reconhecida pela Embrapa, no ano passado, como uma prática conservacionista, ela é eficiente na retenção de água da chuva e controle da erosão, evitando desperdícios, além de proporcionar maior produtividade aos agricultores. Essa prática é amplamente difundida entre os produtores da BAT Brasil, sendo que 90,9% dos hectares da safra 2020 contam com sua implementação.

“Além dos benefícios de sustentabilidade que essa técnica garante, também é importante destacar que ela favorece economicamente o produtor. Temos observado um aumento de até 20% na produtividade daqueles que utilizam o Camalhão Alto de Base Larga, independente das variações climáticas intensas que vêm ocorrendo no Sul do país”, afirma Felipe Hayashi.
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