Imagens mostram momento do acidente. (Foto: Alvaro Pegoraro/Reprodução FM)

Foi encaminhado ontem à tarde ao Poder Judiciário, o inquérito que apura a morte do aposentado Astor Markmann, 68 anos. Ele morreu por volta das 19h20min do dia 13 de julho, um sábado, quando a bicicleta que conduzia foi atingida por um automóvel. O acidente aconteceu na rua Carlos Wagner, no bairro Gressler, em frente à casa onde a vítima vivia com a esposa e uma filha.

O caso foi tratado pela Polícia Civil como um homicídio de trânsito com fuga do local e consequente omissão de socorro. O condutor do carro se apresentou na Delegacia de Polícia cinco dias depois. Acompanhado por um advogado, o homem de 35 anos declarou que fugiu do local porque ficou apavorado ao saber que tinha atingido uma pessoa.

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No depoimento ao inspetor Cassiano Dal Ongaro, o condutor do Ford Fiesta mencionou que naquela noite estava chovendo e ele seguia embora, depois de ter feito compras em um mercado. Sobre o acidente, disse que inicialmente imaginou que tinha atingido um cavaletes da Ecosan (que faz reparos na canalização das ruas). “Mas ao ver que era uma pessoa, fiquei e não parei com medo”, alegou.

Ele levou o carro até o interior do município, onde o deixou escondido até a segunda-feira. Depois, levou para o conserto e disse que havia colidido contra um barranco. O homem responderá por homicídio culposo, quando não há a a intenção de provocar a morte.

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