A carreira solo está no início, porém, Thomás Lenz já tem longa estrada no ramo da música, ao lado da Maquinados. Em entrevista especial feita para o Folha Revista, o venâncio-airense conta detalhes do novo projeto solo e destaca: “A banda nunca parou.”

Exemplo disso é a apresentação do grupo neste sábado, 7, para o domingo, 8, junto a Infinit Club a partir da 0h. Na composição, além de Thomás, estão Isma Pádua, Dudu Peiter e Duda Kuhn. A proposta é revisitar canções próprias e já conhecidas na Capital do Chimarrão, como “Venha Comigo”, “Velha Canção” e a “Tua Fala”.

Com influências dos gêneros soul e funk rock, o cantor e compositor traz a seguir na entrevista, detalhes de como foi todo processo de produção no Rio Grande do Norte, o andamento do projeto ‘Par ou ímpar’ e os próximos passos deste que é seu primeiro álbum solo.

Folha do Mate – Como surgiu a ideia e intenção de promover o clipe no Rio Grande do Norte?Thomás Lenz – Tenho um amigo, Giovane Rocha, que já fez diversos trabalhos de vídeo aqui no Estado e hoje mora em Natal. Ano passado ele estava pelo Sul, mostrei as músicas do projeto e ele curtiu muito! Falei da ideia de fazer o clipe de Seven Years na praia e logo ele sugeriu fazer lá, com a direção dele. Ele fez toda a produção executiva e logística. FM – A canção Seven Years foi criada a partir de que inspirações?Thomás – A música é de um grande amigo, irmão, o Vinícius Wittke. Estudamos juntos desde pequenos e sempre tocamos junto. Há uns três anos ele me mostrou umas composições, curti, mas não se encaixava na proposta da Maquinados. Quando comecei a produção do projeto solo, queria colocar algumas canções em inglês. Pedi para ele me enviar as letras e umas guias. Em cima disso mudei algumas coisas pra ficar mais redondo, com a sonoridade do projeto. Tenho mais músicas em inglês que lançarei no álbum completo.

FM – A produção em Natal envolveu quem no projeto? Quantos dias dedicados a gravação?Thomás – Foram dois dias intensos de gravação. A produção começava cedo, quatro horas da madruga e se estendia até as 17h. Foi bem cansativo, mas a equipe era show de bola. Envolveu dois bugueiros, figurino e maquiagem, dois câmeras, um diretor de fotografia e um diretor geral, além de produção da Movie HD, produtora de Natal, e da Diézus Music, aqui do Sul, sem esquecer da BOLA Ideias, que faz todo o marketing, e a CUCA Conteúdo, que faz assessoria de imprensa.

A entrevista completa confira na edição impressa da Folha do Mate de 07/06 e 08/06.