Vista do deputado estadual Edson Brum (PMDB) ao Espaço Mateando. (Foto Jaqueline Carissimi)
Visita do deputado federal e presidente do PSL no RS, Nereu Crispin. (Foto: Jaqueline Carissmi)
Visita do deputado federal do PSL Bibo Nunes e do PSD do Pará, Eder Mauro (Foto: Divulgação)

A Fenachim teve muitas visitas políticas. No final de semana o deputado Edson Brum (PMDB), que é da região, esteve na festa. No Espaço Mateando da Folha e Terra, esteve acompanhado do prefeito Giovane Wickert e Dário Martins, recebidos por Jairo Labres, o Bola, gerente comercial da Terra FM.

Giovane e Dário também estiveram no espaço com o deputado federal do PSL Nereu Crispin, que assumiu a presidência do partido no RS. Foram recebidos por Antônio Melo, comunicador da Terra FM.

O deputado federal Bibo Nunes, também do PSL, e o deputado federal do PSD do Pará, delegado Eder Mauro, líder da ‘Bancada da Bala’ e o empresário Gilmar Alba, também estiveram na Fenachim onde foram recebidos pelo prefeito Giovane e Dario Martins.

Por falar no PSL, o partido era nanico até a chegada dos Bolsonaro’s à sigla e saiu da eleição com a maior bancada federal, ao lado do PT. Esse crescimento juntou gente que nunca tinha se visto na vida política e isso vem causando problemas. Em nível nacional existem muitos desencontros. No RS o Coronel Zucco, estadual mais votado, ligado ao General Mourão, perdeu o comando do partido para Nereu Crispin, que é da ala Bolsonaro no partido.

Em meio a esse ‘tiroteio’, Venâncio se habilita a criar o PSL. Dário Martins deixou a vice-presidência do PSB, partido do prefeito Giovane Wickert, para liderar a criação da nova sigla, que deve se alinhar com com o governo para a eleiçãqo de 2020 aqui. Elizeu Ferreira, também agente penitenciário aposentado, como Dário, é o nome apontado para assumir a presidência.

Uma outra passagem pela Fenachim demonstrou um ‘racha’. Marcelo Moraes (PTB) deputado federal da região, esteve na Fenachim acompanhado do vereador Arnildo Câmara (PTB). O vice-prefeito Celso Krämer, presidente do PTB, não falou com Moraes. Krämer se sentiu traído pelos Moraes na última eleição e se afastou deles. “Se depender de mim não fazem mais um voto aqui”, me disse Celso quando perguntei sobre as relações estremecidas. Ele cobra que trabalhou para Marcelo se eleger federal, e não recebeu a reciprocidade, pois Marcelo teria trabalhado para Kelly Moraes que se elegeu deputada estadual pelo PTB da região. “Não fossem os votos que eu fiz pra ele, quem teria sido eleito federal é o Ronaldo Santini”, citou Kramer.

Marcelo, na rápida visita que fez ao Espaço Mateando, me disse que se sente deputado federal de Venâncio e quer trabalhar pelo município. Gostei da postura dele, diante do ‘gelo’ que Krämer lhe deu.

 

Deixe um comentário

Digite seu comentário
Digite seu nome