Cleiva magoada

Presidente eleita da Afenachim, Cleiva Giovanaz Heck participou, ontem, do Terra em Meia Hora, programa jornalístico da Rádio Terra FM 105.1. Além de comentar a respeito do novo desafio – ela que é a atual presidente executiva da Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim) -, Cleiva também fez breves comentários sobre política. Deixou claro que está magoada com o colegas do PDT. “Penso que deveria ter tido mais oportunidades no Legislativo. Acho que temos que valorizar os suplentes”, afirmou ela, que é a primeira suplente do partido na Câmara. “Fui a 15ª mais votada, mas não estou na Câmara e não tive a atenção merecida do meu partido. Sigo no PDT, mas vamos ver como será o futuro”, despistou.

PAPOS COM WICKERT

Não faz muito tempo, Cleiva foi especulada como nome para assumir cargo de primeiro escalão no governo do prefeito Giovane Wickert (PSB). O chefe do Executivo disse que admira o trabalho da pedetista – tanto que a convidou para presidir a Fenachim -, mas garantiu que não tratou a respeito de cargo na Administração. Cleiva disse que se reúne com o prefeito eventualmente, não para pedir cargo, mas para dialogar sobre política. Depois das declarações de ontem, dá quase para apostar que ela vai procurar novos ares para a eleição municipal de 2020. Convites de outras legendas, segundo Cleiva, não faltam.

RAPIDINHAS

• A beleza e organização da sede da Comunidade Nossa Senhora de Lourdes, que foi totalmente reformada, e o sucesso do Festival de Balonismo estiveram entre os assuntos mais comentados da sessão da Câmara em Vila Estância Nova, nesta segunda-feira, 18.

• A consolidação do novo Distrito Industrial demandará aumento de oferta de vagas na Escola Adelina Isabela Konzen, instalação de câmeras de videomonitoramento na região e valorizará os imóveis de Vila Estância Nova. Quem aposta é o vereador Sid Ferreira (PDT).

• Frase do prefeito Giovane Wickert: “Dá para contar nos dedos os políticos que realmente defendem a cadeia produtiva do tabaco em Brasília”. De acordo com ele, os defensores declarados são Heitor Schuch (PSB), Alceu Moreira (MDB) e Marcelo Moraes (PTB), todos deputados federais, e o senador Luiz Carlos Heinze (Progressistas). Wickert lembrou que Sérgio Moraes (PTB), quando deputado, também fazia a defesa da cadeia produtiva.

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