Criminalidade se alastra

Se a cúpula da Segurança Pública do Estado não confirmar o reforço para o efetivo para a Brigada Militar de Venâncio Aires, estará simplesmente fechando os olhos para a realidade regional. Quem não passa os seus dias na Capital Nacional do Chimarrão e municípios vizinhos pode até ter apenas a impressão de que continuamos em uma pacata cidade do interior, mas a verdade é que os crimes têm aumentado, bem como a violência empregada pelos autores. Em poucos meses, só para citar alguns episódios, tivemos o roubo ao Centro de Distribuição das Lojas Becker, na RSC-543, em Venâncio Aires, e os assaltos às agências do Sicredi de Monte Alverne e de Vale Verde. Isso sem contar uma série de outras investidas criminosas com vítimas feridas, especialmente em localidades do interior. Se a exigência para receber soldados era o elevado índice de criminalidade, Venâncio tem histórico recente que cumpre o requisito.

PROFESSORA ELEONORA HEIM

Proposta do vereador Sid Ferreira (PDT), em tramitação na Câmara de Venâncio Aires, denomina a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Mônica, localizada na rua Marechal Floriano, no bairro Gressler, de EMEI Professora Eleonora Heim. Graduada em Português, Alemão e História da Língua Portuguesa, Eleonora lecionou nos municípios de Nova Bréscia, Montenegro e Venâncio Aires, foi ministra da Igreja Católica São Sebastião Mártir e fundadora do Centro Bem-Estar do Menor (CEBEM). Também foi coordenadora de cursos profissionalizantes da Legião Brasileira de Assistência Social, voluntária no Centro Promocional João XXIII, idealizadora do Instituto de Pesquisas Energéticas de Venâncio Aires (Ipenva), membro da Associação dos Professores Aposentados de Venâncio Aires (Apava) e fundadora e primeira diretora da Creche Maranata, atual EMEI Mônica. Nasceu em 18 de agosto de 1931, em Santa Cruz do Sul, e faleceu no dia 8 de dezembro de 2001, aos 70 anos.

POLÊMICA DO CAMINHÓDROMO

Estão repercutindo nas redes sociais vídeos feitos pelo vereador Tiago Quintana (PDT) e por integrantes da Administração a respeito do caminhódromo do Acesso Leopoldina. Quintana gravou dizendo que a obra foi paralisada sem ter sido finalizada, e que a empresa responsável teria informado que já fez a sua parte. O secretário de Cultura e Esportes, Henrique Silva, e dois servidores da Secretaria de Planejamento e Urbanismo – arquiteta Simone Becker e engenheiro Cássio Rodinei dos Santos – foram ao mesmo local da gravação do parlamentar e rebateram as declarações, garantindo que 90% da primeira etapa da obra está concluída e, a segunda fase, em processo de licitação.

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