Aids: vale repetir o alerta?

Creio que vocês devem ter lido ou ouvido os dados alarmante sobre nossa cidade: estamos no topo de uma triste estatística dos municípios com maior número de casos de Aids. E os meninos e as meninas continuam “ficando”, “transando” e “tr….” de forma absolutamente irresponsável e inconsequente. Afinal de contas, como dizem, “isto só pega nos outros, na gente não…”

Talvez poucos sabem, entre esses os médicos e as pessoas que atendem as vítimas desta doença, cujo nome provém da expressão Acquired Immuno-Deficiency Syndrome, que se trata de um quadro de extrema gravidade e que continua sendo transmitida por via sanguínea e, sobretudo, sexual.

Continuamos tendo grandes dificuldades para identificar os soropositivos e encaminhá-los para o correto tratamento. Até mesmo a própria proibição de se identificar estes pacientes no hospital sob o argumento de preservação do direito à privacidade e ao sigilo, além de dificultar a notificação e o tratamento do doente, expõem toda a equipe médico-hospitalar aos riscos de uma contaminação acidental.

Venâncio Aires continua ocupando um elevado lugar com seu alto índice de contaminação entre quase seis mil municípios brasileiros. Ou quem sabe, este dado pode até ser mais grave? A liberdade sexual chegou como consequência da chamada modernidade, mas também está cobrando seu preço na forma de uma grande disseminação das doenças sexualmente transmissíveis e da Aids. O que novamente nos resta é alertar para as medidas preventivas: uso regular de preservativos, redução do número de parceiros sexuais e uso de seringas descartáveis.

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