Síndrome de Down

Tomo a liberdade de fugir um pouco do padrão dos meus artigos nos quais, dentro de uma informalidade e de uma linguagem simples procuro trazer dicas que possam prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida. Tudo isto, em razão de um desafio que me foi lançado por uma leitora para que me manifestasse sobre Síndrome de Down, quadro clínico que, para tantos, tantas preocupações costuma trazer. Todo caso de Down, dentro de uma análise muito objetiva leva a duas reflexões bem pertinentes. Em primeiro lugar, de solidariedade, até pela forma carinhosa com que estes se relacionam com quem com elas convive.

Enfim, são seres humanos com uma deficiência muito severa e que para o resto de suas vidas necessitam de um assíduo acompanhamento da família. É justamente neste aspecto que entra a segunda reflexão: quem vai cuidar destas crianças ainda crianças ou adultos-crianças quando seus pais não mais estarão disponíveis para esta difícil tarefa? Digo difícil tarefa porque a sua qualidade de vida irá depender muito da sua idade mental, como também da sua própria sobrevida, em termos de tempo, de anos. Temos em nossa cidade diversas situações, em que é notório o carinho com que os familiares convivem com estas crianças deficientes. Sabe-se das dificuldades e das lutas com que estas famílias administram a árdua tarefa de dar um pouco mais de qualidade de vida ao seu filho ou filha, que sabidamente irá deles depender por toda a sua vida. Enfim, são filhos que requerem muito carinho, que necessitarão de muito desprendimento e muito dedicação da parte dos seus cuidadores. Para que isso possa acontecer será preciso, na minha opinião, que seus pais e irmãos tenham uma ampla retaguarda psicológica e uma sólida base religiosa.

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