Cooperativismo, música e chimarrão

Venâncio Aires vai sediar, dia 23, a 12ª edição do Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo. Um grandioso evento está sendo preparado pelo Sescoop/RS, com apoio das cooperativas de Venâncio Aires.

No ginásio Poliesportivo, a comunidade local poderá prestigiar, gratuitamente, as apresentações dos 10 finalistas da competição e ainda, o show de encerramento com a banda Tchê Garotos. A programação ocorre a partir as 21h. Por lá, a Escola do Chimarrão marcará presença para oferecer um gostoso chimarrão aos participantes. Ontem, no programa Terra em Meia Hora, na Terra FM, foram entrevistados o gerente de Promoção Social do Sescoop/RS, José Zigomar Vieira dos Santos, a Analista de Promoção Social do Sescoop/RS, Elisângela Becker e o diretor-executivo da Escola do Chimarrão, Pedro Schwengber (foto).

Eles destacaram a importância do evento para a Capital do Chimarrão e elogiaram a estrutura do Parque do Chimarrão para receber o festival. Venâncio Aires disputou com outros 22 municípios a sede do festival 2019. O fortalecimento do cooperativismo é um dos objetivos com o evento que valoriza os talentos e todos os gêneros musicais.

Agrofeira
Programada para os dias 7 a 10 de maio de 2020, no Parque Municipal do Chimarrão, será pré-lançada hoje, às 16h, na sala de reuniões do Gabinete do Prefeito, a segunda edição da AgroFeira. Produtores rurais, entidades voltadas ao campo e ainda empresas e agroindústrias familiares, além de autoridades, imprensa e a comunidade em geral, estão convidados para o encontro.

Cigarro lidera ranking do contrabando no estado
A Receita Federal realizou, ontem, uma operação de fiscalização em um estabelecimento que comercializa instrumentos musicais em Venâncio Aires. Além das informações sobre a operação, a assessoria de imprensa do órgão divulgou dados estaduais de contrabando no Rio Grande do Sul.

Segundo a Receita Federal, as mercadorias mais contrabandeadas no estado são, na ordem: cigarros, brinquedos, eletroeletrônicos, vestuários, veículos, óculos de sol e itens de informática. Entre os itens, o cigarro representa 42,96% do total apreendido em 2018, ano em que foram executadas 477 operações de repressão. Em 2019, até o mês de julho, já foram realizadas 517 das 760 operações planejadas para este ano.

De acordo com o auditor fiscal Leomar Padilha, Delegado da Receita Federal em Santa Cruz do Sul, quando o cidadão compra um produto contrabandeado, está abrindo mão de recursos, pois o contrabando não paga imposto. Segundo ele, a Receita Federal vem investindo forte no combate ao contrabando, inclusive com uso de mecanismos de tecnologia e inteligência.

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