Só pela Fenachim 2021

Venâncio Aires comemora na segunda-feira, 11, 129 anos de emancipação. Neste ano não teremos uma programação especial, nem mesmo uma mateada, que tem toda simbologia e representatividade para a nossa população.

Em meio à pandemia do coronavírus, a comemoração ocorrerá com uma live solidária, em prol do hospital. Oportunidade de curtir os talentos e a qualidade da Celebration Band e de ajudar o ‘Bastião’, o hospital onde boa parte da nossa população nasceu.
Ainda não sabemos quando será o fim da pandemia, do isolamento social, mas garanto que todos estão na expectativa da retomada, especialmente, dos eventos, das festas, dos momentos de lazer e integração.

No próximo aniversário de Venâncio Aires, se tudo se confirmar, estaremos celebrando mais uma edição da Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim), a nossa maior festa. Para a 16ª Fenachim, a presidente da Associação Fenachim, Cleiva Giovanaz Heck promete muitas inovações para compensar esses meses sem festas e integrações. “Vamos fazer uma Fenachim que contemple todas as comunidades que não puderam realizar suas festas”, adianta.

O que também é possível projetar segundo ela, é que mais uma vez será necessário “se reinventar e adequar a festa com a nossa realidade.” A festa deve ocorrer de 7 a 9 e de 11 a 16 de maio de 2021.


Leitor assíduo da Folha
Ler o jornal pelas manhãs é um hobby do aposentado Edison Carlos Schmidt, 89 anos, morador de Linha Andréas, interior do município. Nos dias de circulação da Folha do Mate, a primeira atividade é ir na frente de casa buscar o jornal para ser o primeiro a ler. “Ele senta e com calma fica tempo lendo o jornal, só depois podemos olhar também”, conta a filha Iolandi Schmidt.

Assinante do jornal há 37 anos, Schmidt gosta dos dias que o jornal está bem ‘recheado’, pois assim pode dedicar mais tempo para a leitura. “Ele sempre gostou de ler, mas tem uma admiração, em especial, pelo jornal”, ressalta Iolandi.

O aposentado comenta que adora as páginas de esporte e polícia, para saber dos assuntos atuais. “Leio de trás para frente, mas leio tudo”, confirma Schmidt.

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