Tom de alerta

Prefeitura de Venâncio Aires lançou ontem campanha, nas redes sociais, convocando a população a fazer sua parte no combate ao novo coronavírus. Com frases de impacto, o Município apela para que os moradores reflitam sobre o momento atual – que é classificada como o período mais preocupante – e sigam tomando os cuidados necessários, entre eles, o uso de máscara e evitando aglomerações, o que inclui o chimarrão e o churrasco com amigos. “Não é hora de festas e aglomerações”, diz um dos materiais gráficos.

Outro card vai além e diz que temos duas opções: usar máscara ou respiradores (foto).
O tom de alerta também foi mantido em transmissão ao vivo feita na tarde de ontem, quando o prefeito Giovane Wickert manifestou preocupação com o aumento dos atendimentos médicos.

Com a capacidade de atendimento se esgotando, a forma de colaborar é justamente nos cuidando, nos preservando. Já é comum, neste período, o aumento de doenças respiratórias, mas devemos atuar com responsabilidade para evitar um colapso na saúde e na economia, que não suporta mais prejuízos.

Vem aí, a nota de R$ 200

Os brasileiros poderão circular com um novo tipo de cédula, ainda neste ano. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, ontem, a criação da nota de R$ 200. A cédula terá como personagem o lobo-guará, no entanto, a imagem da nota de real ainda não foi divulgada. Em comunicado, o Banco Central informou que deve imprimir 450 milhões de notas de R$ 200 até o fim deste ano. A data exata do lançamento da cédula ainda não foi anunciada. A autoridade monetária informou apenas que as notas deverão entrar em circulação no fim do próximo mês.

Preço do tabaco

Durante a audiência pública realizada na última semana pela Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, sobre o futuro da fumicultura, o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva, disse que o preço pago ao produtor de tabaco na safra deste ano é um desrespeito.

O dirigente sindical, que é uma das lideranças que vêm mantendo um dos discursos mais fortes em defesa dos produtores de tabaco do RS, sugeriu, inclusive, que o governo gaúcho só conceda incentivos fiscais a empresas que cumprirem as determinações do Foniagro, criado para garantir uma negociação equilibrada entre empresas e produtores.

Para ele, a classificação abaixo do padrão e o custo da produção levariam o produtor para a porta das fábricas reivindicar melhor pagamento. “Isso só não ocorreu em razão da pandemia”, garantiu.

 

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