E o futuro?

Dia 20 de março foi quando publiquei minha última coluna antes do ‘recesso’. Naquela ocasião cheguei a escrever algo em relação ao título acima. Se passaram mais de dois meses e as incertezas persistem. Até onde tudo isso vai e vai parar ninguém sabe. Não querendo ser pessimista, penso de forma mais superficial de um retorno do nosso esporte local para o mês de setembro. Se for antes, melhor ainda. Ainda temos o ‘grosso’ do inverno pela frente – julho e agosto – e por isso jogo lá para o mês nove quem sabe começar a normalizar. Penso que a saída para o esporte amador – independente a modalidade – é concluir inicialmente o que estava em andamento. Tem quem diga que perdeu a graça, que deveria começar tudo do zero. Termina o que começou e depois se projeta algo para o restante do ano – isso se ainda houver tempo disponível. Não tendo digamos tempo hábil, quem sabe se pode assim antecipar o começo de algumas competições que movimentam de praxe o primeiro semestre de cada ano. Assim poderia se preencher melhor o calendário, evitando muitas vezes o acúmulo de competições.
Resta é aguardar para ver quando os desportistas terão a então desejada ‘vida normal de volta’.

Esporte profissional

Futuro incerto ‘assombra’ Assoeva e Guarani. O futsal estadual e nacional está sem rumo. Até agora a bola não rolou de forma oficial. A Assoeva está com equipe formada, investiu para ter um plantel forte e competitivo em 2020 e está totalmente parada.

Na Divisão de Acesso existe uma expectativa quem sabe de retomada da competição. Comentários dão conta que não haverá rebaixamento e com isso muitas equipes poderão optar pela continuidade mas apostando em muitos garotos da base. Assim quem manter o grupo que tinha para a competição pode ter alguma vantagem na busca pelas duas vagas na elite de 2021.

TOMA LÁ, DÁ CÁ

# No começo do ano, quando se projetava o número de competições, se falou e muito na unificação de campeonatos. Estamos dois meses sem futebol e futsal, ou seja, tempo suficiente para sentar, avaliar, ajustar e até projetar o que poderia ser feito para melhorar em termos de calendário. O assunto caiu por terra.

# Regional da Aslivata? Tudo indica que a competição deve passar em branco nesse ano. Tudo depende quando a situação atual se normalizar, ou melhor, for anunciada a liberação para a prática do esporte em grupo.

# No Gauchão está decretado que não haverá rebaixamento nesse ano. Bom para quem estava com a corda no pescoço. 2021 quatro irão cair.

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