A cultura da máquina eleitoral

O prefeito Airton Artius está criando uma cartilha dentro do governo que vai regrar ações em ano eleitoral. Na campanha vai estender a cartilha a todos os partidos que fizerem parte da sua coligação pela reeleição. Já são nove. Ele não quer o uso da máquina pública de forma eleitoral mas diz que isso não pode impedir o governo de realizar suas ações. Artus quer extirpar o paternalismo de campanha, prática enraizada de longa data. “Se um candidato governista quer se beneficiar do governo na campanha, que faça o governo ser bom para colher frutos nas urnas”, disse o prefeito ao anunciar a cartilha.

Ele contou que numa reunião com lideranças de partidos que apoiam a sua reeleição, teve um desconforto quando um possível candidato questionou como que não poderia usar a máquina pública na sua campanha se era do governo. Artus não revelou o nome, mas não foi difícil descobrir quem chiou. Um que esteve em todos ou quase todos os governos.

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