Dilma vai fazer peregrinação do PAC

Selvino Heck, integrante da equipe de assessoria da Presidência da República, revela que Dilma vai peregrinar pelo Brasil em março, visitando obras do PAC. Ao enviar sua coluna ontem ele deu detalhes.

“A presidente Dilma, que amanhã (hoje) estará na abertura da Festa da Uva, nos meses de fevereiro e março vai fazer um giro por todo Brasil, para ver ‘in locoÂ’, ao vivo e em cores, o andamento das obras do PAC. é uma forma de monitoramento direto e de cobrança. Obriga os ministros e todos os setores do governo a estarem sempre atentos e com todos os números na ponta da língua.

Ao mesmo tempo, mesmo mostrando seu lado de gestora que cobra eficiência e eficácia, ela não descuida da política. Os discursos em Porto Alegre, na festa dos 32 anos do PT e na troca de presidência da Petrobras – as mulheres definitivamente vão tomando conta de todos os espaços -, ela mostrou um lado político que muita gente desconhecia. Há um acontecimento importante no horizonte, a Rio+20, que no governo e pela presidenta, está sendo tratado como o momento final e definitivo para que o Brasil seja um ator global nas próximas décadas. Sem falar nos eventos dos próximos anos, como Copa, Olimpíadas, etc.

Por isso, na abertura do segundo ano do governo, todas estas iniciativas e cuidados da presidente Dilma.

A avaliação por aqui, na reunião do conselho político desta semana e em conversas internas, é que no plano econômico não se preveem maiores turbulências para o ano. Na área social, os programas estão andando dentro do esperado. Talvez, haja algumas turbulências no campo político, especialmente enquanto não terminarem as trocas de ministros – poderá haver mais algumas – e forem votados projetos como o Código Florestal e a Lei Geral da Copa, as mais importantes e urgentes. E ainda há as eleições municipais, onde a presidenta deverá se envolver muito pouco, pelo menos no primeiro turno e onde houver mais de uma candidatura da base aliada. Além disso, ela conta com o Lula para as tarefas eleitorais mais delicadas, como na capital São Paulo, onde PT e PMDB terão candidaturas próprias, leia-se Dilma e Temer”.

 

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