O legal e o moral

Depois do motorista de um dos filhos de Bolsonaro não explicar movimentação de mais de R$ 1 milhão em suas contas no passado recente, a nomeação do filho do vice-Presidente General Mourão, para uma assessoria do presidente do Banco do Brasil, provoca desgaste no novo governo.O filho de Mourão é funcionário de carreira do Banco do Brasil com 18 anos de casa e por merecimento tem direito a nomeação para a assessoria. Mourão defende que seu filho não foi promovido antes ao cargo por não ser do PT. A nomeação pode ser legal e merecida, mas moralmente soa como favorecimento no governo.