Presídio fechado, só se for regional

O prefeito Airton Artus (PDT) e assessores, os vereadores Celso Krämer (PTB), José Ademar Melchior (PMDB) e Wilson Puthin (PP), da Comissão Especial da Câmara que acompanha o assunto presídio, o diretor da Colônia Penal Agrícola, o IPM, Luiz Fernando Ferreira e o delegado penitenciário regional Anderson Louzada, foram recebidos pelo superintendente da Susepe, Gelson Treiesleben na terça-feira. Na pauta a situação atual e o futuro da casa prisional conhecida até agora como Instituto Penal Mariante -IPM -, e que passou a se chamar de Colônia Penal Agrícola de Venâncio Aires.

Algumas medidas de segurança imediata foram tomadas e devem ser vistas e sentidas nos próximos dias em Estância Nova, onde faz pouco mais de 30 dias foi instalado o programa Convivência em Harmonia, com patrulhamento permanente da Brigada Militar.

Mas o que de mais importante ficou foi a concordância do executivo e legislativo sobre a construção de um presídio fechado, conforme projeto já aprovado. Mas com uma condição: que seja um presídio regional para atender os vales do Taquari e Rio Pardo e não mais atrelado a Vara de Execuções Criminais de Porto Alegre – VEC -, como é hoje.

Se isso for confirmado, terá sido tomada a melhor decisão, claro que excetuando-se a opção de fechar o presídio, o que agradaria a todos na comunidade, mas que é uma possibilidade remota.

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