Verificação de temperatura é feita na chegada de cada colaborador na empresa (Foto: Braulio Staub/Alliance One)
Verificação de temperatura é feita na chegada de cada colaborador na empresa (Foto: Braulio Staub/Alliance One)

Antes mesmo da propagação do coronavírus começar no Brasil, a Alliance One já acompanhava a evolução da doença nos outros países e as recomendações dos órgãos de saúde. Assim que foram confirmados casos no país, a empresa criou um comitê para a elaboração de ações de enfrentamento da pandemia da Covid-19. As atividades na fábrica de Venâncio Aires foram suspensas no dia 19 de março, para assegurar o isolamento social e voltaram, gradativamente, a partir do dia 1º de abril. Para funções compatíveis foi adotado o home office e todos os colaboradores pertencentes ao grupo de risco, com base nos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), foram liberados de suas atividades.

De acordo com a Alliance, divulgação de material informativo com as medidas de prevenção e treinamentos com as equipes sobre a importância da higienização frequente das mãos e utilização do álcool em gel também estiveram entre as mudanças. Acordos com sindicatos foram realizados com o intuito de amparar os trabalhadores quanto à utilização de banco de horas, suspensão de contrato e concessão de férias.

A empresa ainda destaca que a higienização com álcool nas salas, banheiros e bebedouros passou a ser rotineira, como forma de evitar a proliferação do coronavírus. Além disso, nos restaurantes, foram implantados novos horários para evitar a aglomeração de pessoas. Seguindo os decretos municipais e estaduais, também foi cancelado o sistema self-service e uma equipe com todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários serve os almoços individualmente.

A empresa forneceu máscaras, que são de uso obrigatório, assim como manter a distância de dois metros dos demais nas atividades. Para isso, o piso foi sinalizado, cartazes foram fixados e há monitoramento extra nos locais de fluxo de pessoas. Também passou a ser obrigatório o uso do crachá ao invés de biometria no registro do ponto e controles de acesso.

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