O gato Pedro está sempre pronto para estudar (Foto: Arquivo pessoal)

A professora Josí Aparecida de Freitas, 41 anos, já se acostumou em ter o gato Pedro ‘estudando’ com ela, pois o hobby dele é ficar sobre os livros e cadernos. Adotado há quase 10 anos pela família, o gato divide seu espaço em um apartamento com a cachorra Princesa, que foi resgatada da rua.

Josí lembra que sua filha, Laura de Freitas Ehlers, 14 anos, sempre pedia um animal de estimação, mas achava o apartamento muito pequeno para isso. “Um dia passei em frente a uma agropecuária, vi ele, entrei e adotei. Depois, levei ele junto comigo para buscar a Laura na creche, ela ficou muito feliz com a surpresa”, conta.

Mesmo tendo o felino, Laura queria um cachorro, então ela e a mãe adotaram a Princesa. “Vi ela pelo Facebook, tinha sido resgatada e a história me comoveu, então decidi adotar também”, diz Josí.

A professora, que está fazendo doutorado, estuda diariamente. Ela comenta que muitas vezes, antes de sentar, o Pedro já está na mesa esperando. “É só colocar um livro ou caderno que ele já corre para cima e fica ali enquanto eu estiver.” A Princesa não precisa ficar junto na hora dos estudos, porém fica por perto. “Se eu estou em casa, ela tem que me enxergar, fica em um canto espiando sempre”, observa.

Segundo Josí, o barulho das folhas chama atenção do gato. “Ele também gosta de mexer em um caderno para fazer mais barulho e de brincar com canetas.” O gato também faz companhia para ela na hora de dormir. “No inverno, dorme nos meus pés e, no verão, dorme no chão, mas sempre no meu quarto. Sinto que ele gosta de fazer companhia”, expõe.

Laura e Josí, com a cadela Princesa e o gato Pedro, formam uma família cheia de cumplicidade (Foto: Eduarda Wenzel)

TRAVESSURAS

Em meio às brincadeiras e à companhia para Josí, o gato Pedro também já causou inconvenientes, já que os felinos se lambem e acabam criando bolas de pelos. “Uma vez ele vomitou em cima dos meus livros, mas como eram pelos e eu logo limpei não estragou nada”, conta. Pedro também já aprontou outras vezes. “Caiu uma vez do parapeito do prédio e ficou desaparecido por um dia e meio. Depois achei ele embaixo de uma sacada de térreo”, relembra Josí.

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