Data para o concurso segue indefinida (Foto: Alvaro Pegoraro/Folha do Mate)

A Prefeitura de Venâncio Aires espera ter definido, até o dia 13 de novembro, a empresa que vai elaborar o concurso público. Naquela data, a Comissão de Licitações se reunirá, às 14h, para receber as propostas de interessados na organização do certame.

Depois disso, a expectativa é pela sequência do processo, com abertura de inscrições e data de realização das provas. Mas, além disso, quem estiver interessado em participar do concurso, deve prestar atenção nos cargos e número de vagas disponibilizados. É que ocorreram mudanças em relação à primeira lista de vagas, divulgada em julho pela Prefeitura.

Na prática, houve diminuição no número de vagas em algumas funções (como de Psicólogo, que baixou de 4 para 2), exclusão de três cargos (Auditor Fiscal Tributário, Técnico em Segurança de Trabalho e Técnico em Informática) e inclusão de duas funções (Agente de Cadastro e Analista de Tecnologia da Informação). Alguns cargos também previam vagas imediatas (como Orientador educacional), mas foram transformados em cadastro de reserva.

“Na época foi feito um levantamento inicial com base nas necessidades de cada setor. Mas isso foi novamente analisado pela Comissão de Gestão de Pessoas, que avaliou a necessidade imediata ou não de algumas contratações”, explicou a secretária de Administração, Loreti Scheibler. Quanto à escolaridade exigida dos cargos mantidos e respectivos salários e carga horária, não há mudanças.

Ainda conforme Loreti, para funções não contempladas neste certame, a tendência é de que elas sejam incluídas em outro concurso público, esse menor, e que provavelmente pode ocorrer no segundo semestre de 2020.

SEM DATA

Embora esteja aberta a licitação para tomada de preços das empresas interessadas em organizar o concurso, não é garantido que ele ocorra ainda neste ano. Segundo Loreti Scheibler, não é possível prever uma data. “Depois das propostas, ainda tem todos os trâmites legais e não podemos descartar impugnações e recursos. A demora na aprovação da lei de cotas também trancou muito o processo. Para nós, o ideal é ter tudo homologado até o fim do ano, mas não temos como prever.”

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