Volto de férias com energia renovada e foco total no ano esportivo. E assunto não vai faltar. O Guarani encara a Divisão de Acesso em 2026, embalado pelo título da Terceirona na última temporada. A expectativa é alta, dentro e fora de campo. A reaproximação com o torcedor foi um ganho importante e precisa ser mantida. Ainda há pendências administrativas, é verdade, mas o sentimento geral é de confiança em um ano de consolidação.


No futebol amador, a semana marcou a eleição da nova diretoria da Aliga. O discurso é conhecido: reduzir custos, valorizar atletas locais, gastar menos. Na prática, porém, os clubes costumam seguir outro caminho e montar elencos fortes e caros. Para o campeonato e para o público, isso eleva o nível. A dúvida é se haverá fôlego financeiro para sustentar duas competições exigentes: a Copa Serrana e o Campeonato Aliga. Soma-se a isso a expectativa pela participação do São Luiz, de Vila Santa Emília, no Regional da Aslivata, em várias categorias. A Assespe também deve entrar na disputa dos veteranos.


No futsal, o Vila Bom Jesus sobe de patamar ao disputar a Série Prata da Liga Sul-Riograndense. Atual campeão da Série Bronze, o clube promete um time competitivo. A organização interna avança, assim como o planejamento para mandar os jogos no Poliesportivo.


No vôlei, a Associação Vôlei Venâncio dá um salto institucional. Após o vice-campeonato estadual adulto feminino, a filiação ao Comitê Brasileiro de Clubes abre portas para capacitação técnica e competições em nível nacional, um passo relevante para o crescimento da entidade.


E o ano ainda reserva espaço para outras modalidades. Padel, judô, patinação e mais esportes devem ganhar visibilidade e protagonismo ao longo da temporada.

Grenal


O Gauchão não define o que será o ano, mas, por enquanto, é o único parâmetro para comparar Grêmio e Inter. E neste início de temporada, o Grêmio apresenta jogadores em melhor fase e com mais qualidade técnica do que o Internacional.


O Gre-Nal de domingo, no Beira-Rio, equilibra o cenário. Clássicos raramente admitem favoritismo claro. Ainda assim, a história recente sugere uma tendência simples: quem chega melhor, costuma vencer.