A rainha da Fenachim 30 anos, Daiara Stein, e as princesas Gabriela Hantt e Nayara Simões já sabem quem serão as estilistas que confeccionarão os trajes social e típico, os quais serão usados na divulgação da festa e durante os dias de evento.
Andrea Colombo Hourneaux de Moura e Deise Dessbesell assinam, respectivamente, o traje social e típico. As profissionais foram escolhidas, por meio de concurso, pelos integrantes da Comissão Social da festa. Entre os critérios, estavam beleza, valor e temática alinhada com os 30 anos do evento. Além disso, todos os croquis apresentados não foram assinados, garantindo que a escolha fosse impessoal, baseada apenas nos aspectos definidos em regulamento.
A data de apresentação do traje social ainda não foi estipulada, porém, Andrea adianta que os vestidos irão agradar a comunidade.
Os vestidos de gala foram desenhados a partir do símbolo da festa – o chimarrão. Tecidos nobres, modelagens clássicas, acredito que assim como o traje da escolha das soberanas, irá agradar os venâncio-airenses.”
Deise, responsável pelos trajes típicos, garante que as vestimentas serão, além de confortáveis, luxuosas.
O traje ainda é segredo para o público, mas o que posso adiantar é que terá um mix de elementos das vestimentas gaúcha e indígena”.
Conforme a designer de moda, o grande destaque da peça ficará visível quando as soberanas estiverem em formação do trio: princesa, rainha e princesa.
No concurso da corte de soberanas da Festa Nacional do Chimarrão, que ocorreu em novembro, Andrea Colombo Hourneaux de Moura assinou os trajes das 14 candidatas, também após escolha às cegas pela Comissão Social.
CONFECçãOA responsável pela confecção dos trajes será a estilista santa-cruzense Joana Tornquist, do Atelier Puchullu, com tecidos da Center Tecidos. Segundo Joana, o atelier já está trabalhando nos preparativos. O trabalho iniciou a partir de uma reunião com as duas estilistas, que apresentaram suas ideias e expectativas.
“Com a nossa experiência, fizemos um trabalho de desenvolvimento técnico além da confecção, de acordo com as necessidades das soberanas”, explica, adiantando que o traje de passeio será mais despojado, utilizando tecidos entre o rústico e o sofisticado. Já o oficial terá tecidos mais nobres. “O vestido é um misto de tradição com o melhor da alta costura.”
