Mais do que ter uma opinião sobre o feminismo, é importante expressá-la. E é exatamente isso que a brasileira Panmela Castro, de 34 anos, faz através de sua arte.
Desde 2010, a carioca usa as paredes das cidades do mundo para grafittar e falar sobre assédio, aborto e feminismo. Foi essa a maneira que ela encontrou de se recuperar de um casamento conturbado, cercado por violência doméstica.
Hoje, a artista plástica está a frente do projeto Rede Nami, que une feminismo e arte urbana com o objetivo de combater a violência contra as mulheres e ajudar aquelas que estão em situação de vulnerabilidade.
Além disso, em todos os seus painéis, Panmela ressalta um elemento em comum: 180, o número do disque-denúncia.








