A doença Esclerose Lateral Amiotrófica, mais conhecida como ELA, não tem cura. Contudo, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, acabaram de descobrir a causa da doença, tornando, assim, mais fácil a procura por um medicamento que auxilie no tratamento ou na cura.
Os pesquisadores descobriram que os casos da doença estão ligados à mutação na proteína SOD1 e que essa proteína cria um aglomerado temporário de moléculas altamente tóxico para os neurônios motores, causando a morte destas células. Fato que acontece com quem convive com a ELA, onde os pacientes, aos poucos, perdem a capacidade de se mover, falar, engolir e, até mesmo, de respirar.
Uma das pessoas que possuem esta doença é o físico teórico e cosmólogo, Stephen William Hawking. O britânico é um dos mais consagrados cientistas, iclusive foi ele o responsável pela teoria do ‘buraco negro’.

Com essa informação, os cientistas acreditam ser possível descobrir um remédio que impeça a aglomeração que ocorre no corpo em até dois anos. Os testes podem demorar mais cinco anos, mas não deixam de ser uma esperança para aqueles que sofrem da doença.
* Lembra do desafio do balde de gelo?
Então, essa convocação de anônimos e famosos arrecadou mais de US$ 100 milhões para as pesquisas sobre a doença e pode ter feito a diferença na vida de quem sofre com o problema.