Cada vez mais, a escola está presente na vida desses jovens. Deixando de ser apenas um local de troca de conhecimento e sabedoria, a escola ultrapassa as barreiras emocionais, tornando-se uma referência em laços afetivos na vida de seus estudantes. Com um importante papel na sociedade e sendo considerado o segundo ambiente mais importante na vida social de um indivíduo, inicialmente, a escola é o local onde o jovem aprende a questionar e a responder, tornando-se quem ele quiser ser.

As atividades extracurriculares, aliás, são importantes aliadas na formação e aprendizado dessas crianças e jovens. é o que explica o diretor do Colégio Gaspar Silveira Martins, Tiago Becker. Segundo ele, a escola, que oferece diversas atividades extraclasses, como projetos de teatro, música, informática e reciclagem, busca focar na formação integral de seus alunos.

Hoje, na sociedade, a escola é a instituição de maior confiança

Dados comprovam que 90% dos estudantes têm reflexo positivo no aprendizado por causa de suas atividades extras realizadas na própria escola

Além disso, conforme explica o diretor, o principal objetivo é levar os alunos de outra forma à escola.

Todo jovem busca um foco com o qual se identificar, um grupo de pessoas, algo que lhe cause encantamento

Para o ano de 2016, ainda, o Colégio Gaspar irá investir em atividades que envolvam ciências naturais, a prática do xadrez e de dança, tudo isso para uma melhor formação de seus alunos.

Foto: Divulgação / Reproduçãooo

Para se manter ocupado e se divertir

Adeptas das atividades extracurriculares de música e teatro, as alunas do primeiro ano do Ensino Médio do Colégio Gaspar, Natália Fengler e Bruna Costa Cananéa, respectivamente, acreditam que estudar em uma escola que oferece esse tipo de opção no turno oposto ao da aula agrega muito à formação do ser humano. “Muda a maneira de ver o mundo, abre nossos horizontes e nos faz perder a timidez”, revela Natália, que, há cerca de quatro anos, se envolve com a música em suas atividades extraclasse, tocando saxofone na banda instrumental da escola.

Já Bruna, que faz teatro no Colégio há cinco anos, relata que passou a realizar a atividade por causa de uma curiosidade em relação à arte.

No palco, mesmo sendo outros personagens, eu posso ser eu mesma sempre

Infelizmente, elas não veem o teatro e a música como um caminho a ser seguido profissionalmente, no entanto fazem questão de manter as práticas sempre presente. “Quero medicina, mas não imagino a vida sem teatro”, relata Bruna.

Não quero parar de tocar nunca